Um dia eu queria chegar perto de ti e dizer o quanto te odeio, odeio a forma como tu anda, odeio o teu corte de cabelo, odeio o brilho dos teus olhos, odeio teus lábios e o gosto deles, odeio as roupas que tu usa, odeio as coisas que tu gosta de fazer e que não combinam comigo, odeio tuas caras e bocas e teu olhar quando me vê de longe, odeio teu quarto e a tua cama, odeio teu perfume e a tua cara quando acorda de manhã, odeio, odeio e odeio... Só que não...
CAOS IMPREVISTO
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
Doce amargo
Então eu sento no banquinho do bar, conto as moedas e peço por uma cerveja, puxo o maço amassado do bolso da calça jeans e risco um fósforo enquanto a fumaça dança lentamente na minha frente e a brasa do cigarro brilha na penumbra.
Penso em você... como está vestida hoje? Que profissão seguiu? Sonhos realizados... teve um filho, talvez dois? O que faz nas quintas a noite? Quem toca teus lábios? Quem divide a tua cama?
O barman se aproxima com a cerveja:
-Me vê uns amendoins também.
E o amargo retira os pensamentos azedos quando rasga suavemente a garganta.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
domingo, 1 de janeiro de 2012
domingo, 4 de dezembro de 2011
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