As pessoas são algo como humanos (!), próprios donos de suas vidas e suas ações.
O que determina se alguém é interessante, maneiro, legal, pop, careta, cool, nerd, culto, chato, incrível ou incrívelmente desprazeroso?
Ações... atitudes... estilo... comportamento... ideologias... pensamentos... falas... idéias...
Be yourself.
Em minha adolescência abominava qualquer tipo de nominação, mas não escapei disso, fui o mais idiota e o mais pop. Fui o bobo da corte e o cara mais cool. O chato e o popular. Passei por vários estágios da famigerada degradação social colegial, do mais baixo ao mais alto e ainda passo por isso na vida adulta, todo mundo passa e vai continuar passando, a diferença é que se pode assimilar isso de forma respeitosa.
Sejamos simpáticos com o nerdzinho do lado.
Ele pode ser sua solução amanhã.
Vale a pena ser simpático o tempo todo?
Eu sempre me pergunto isso e infelizmente só encontro a resposta SIM, por mais de mau humor que seja meu momento é necessário sorrir. E vale a pena? Vale.
Sendo honesto e real, saí de um estigma de trouxa para o popular, conhecido e lembrado para tudo, graças a sorrisos (por vezes amarelos), beijos, abraços e cumprimentos. Até mesmo em gente que eu nunca gostaria de ter relacionamentos, alguns desejados ficaram e são grandes amigos até hoje outros indesejados também ficaram e também são grandes amigos. E isso acontece com todo mundo, sempre tem um mala para carregar, e isso pode ser bom, mas tem que ter uma certa malandragem, para não machucar ninguém... o que é um porre.
Hoje não busco mais isso, reconhecimento é algo que ficou para trás, hoje carrego comigo aqueles que me fizeram bem, e me sinto satisfeito com eles, simplesmente vivo. Se encontro novos amigos reais para levar comigo considero lucro extra.
É isso aí.